{"id":29280,"date":"2025-09-07T07:27:22","date_gmt":"2025-09-07T10:27:22","guid":{"rendered":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/2025\/09\/07\/com-reflexoes-sobre-a-humanidade-bienal-de-sao-paulo-abre-ao-publico\/"},"modified":"2025-09-07T07:27:22","modified_gmt":"2025-09-07T10:27:22","slug":"com-reflexoes-sobre-a-humanidade-bienal-de-sao-paulo-abre-ao-publico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/2025\/09\/07\/com-reflexoes-sobre-a-humanidade-bienal-de-sao-paulo-abre-ao-publico\/","title":{"rendered":"Com reflex\u00f5es sobre a humanidade, Bienal de S\u00e3o Paulo abre ao p\u00fablico"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"269.26496270693\">\n<p>Inspirada no poema <em>Da Calma e do Sil\u00eancio<\/em>, da poeta afro-brasileira Concei\u00e7\u00e3o Evaristo, a 36\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Bienal de S\u00e3o Paulo abre ao p\u00fablico neste s\u00e1bado (6), no Pavilh\u00e3o Ciccillo Matarazzo, do Parque Ibirapuera, na capital paulista, reunindo 125 artistas e coletivos. <strong>A mostra, que \u00e9 gratuita, fica em cartaz at\u00e9 o dia 11 de janeiro.<\/strong><\/p>\n<p>Essa \u00e9 a edi\u00e7\u00e3o mais longa da Bienal em sua hist\u00f3ria. Segundo a presidenta da Funda\u00e7\u00e3o Bienal de S\u00e3o Paulo, Andrea Pinheiro, a ideia de expandi-la para um per\u00edodo de 4 meses expositivos tem o objetivo de aproveitar o per\u00edodo de f\u00e9rias escolares e estimular para que mais pessoas possam visitar o evento.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Nas \u00faltimas edi\u00e7\u00f5es, a Bienal recebeu mais de 700 mil visitantes, reafirmando seu lugar como maior evento de arte contempor\u00e2nea do Hemisf\u00e9rio Sul.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Lula exalta soberania e defesa do povo em rede do 7 de setembro<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bahia goleia Confian\u00e7a e garante pentacampeonato da Copa do Nordeste<\/strong><\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left\">\n<h6 class=\"meta\"><!--copyright=435930-->36\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo, no Ibirapuera \u2013 Foto:\u00a0<strong>Paulo Pinto\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=435930--><\/h6>\n<\/div>\n<p>\u201cCom um grande espa\u00e7o de encontro, a Bienal \u00e9 marcada pela diversidade n\u00e3o s\u00f3 de artistas, mas tamb\u00e9m de produtores. A mostra e toda sua programa\u00e7\u00e3o s\u00e3o inteiramente gratuitas. Esse \u00e9 um ponto surpreendente\u201d, destacou a presidente da Funda\u00e7\u00e3o Bienal.\u00a0<\/p>\n<p><strong>\u201cEstendemos a dura\u00e7\u00e3o da Bienal por mais quatro semanas, com visita\u00e7\u00e3o at\u00e9 o dia 11 de janeiro, para ampliar esse projeto t\u00e3o significativo, incluindo o per\u00edodo de f\u00e9rias escolares, que \u00e9 um per\u00edodo super importante para os museus de S\u00e3o Paulo\u201d, acrescentou.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pescadores artesanais priorizam demarca\u00e7\u00f5es em 1\u00ba Plano Nacional<\/strong><\/p>\n<p><strong>For\u00e7as Armadas v\u00e3o respeitar veredito do STF sobre golpe, diz M\u00facio<\/strong><\/p>\n<p>Para este ano, destacou a presidente da Funda\u00e7\u00e3o Bienal, o objetivo \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 ampliar o p\u00fablico visitante, mas tamb\u00e9m expandir as atividades educativas.\u00a0<\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"13\">\n<p>\u201cNa \u00faltima Bienal, quase 70 mil crian\u00e7as foram atendidas aqui nesse pavilh\u00e3o pelo nosso programa educacional. Este ano, ampliamos esses esfor\u00e7os de capta\u00e7\u00e3o para estabelecer uma nova meta de 100 mil crian\u00e7as [participando das atividades educativas] no pavilh\u00e3o. Fora isso, n\u00f3s vamos treinar 25 mil professores da rede p\u00fablica, mais do que os 18 mil da \u00faltima Bienal. E isso tem um impacto enorme de mais de 1 milh\u00e3o de crian\u00e7as aprendendo os conte\u00fados que n\u00f3s divulgamos\u201d, explicou.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Humanidade como pr\u00e1tica<\/h2>\n<p>Sob o t\u00edtulo <em>Nem todo viandante anda estradas \u2013 Da humanidade como pr\u00e1tica<\/em>, extra\u00eddo de versos do poema de Concei\u00e7\u00e3o Evaristo [<em>Nem todo viandante anda estradas, h\u00e1 mundos submersos, que s\u00f3 o sil\u00eancio da poesia penetra<\/em>], a proposta da Bienal de Artes \u00e9 repensar a humanidade. A curadoria geral \u00e9 de Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, com co-curadoria de Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza, Keyna Eleison e da consultora de comunica\u00e7\u00e3o e estrat\u00e9gia Henriette Gallus.<\/p>\n<p>\u201cO poema de Concei\u00e7\u00e3o Evaristo, <em>Da Calma e Do Sil\u00eancio<\/em>, nos faz questionar essa estrada em que a humanidade est\u00e1 viajando\u201d, explicou Bonaventure Soh Bejeng Ndikung.\u00a0<\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"11\">\n<p>\u201c[Atualmente] essa viagem amea\u00e7a uns aos outros com armas nucleares. H\u00e1 tamb\u00e9m a viagem da fome, de manter as pessoas passando fome embora tenhamos tantos gr\u00e3os e tantos silos no mundo todo. H\u00e1 pessoas que n\u00e3o t\u00eam onde morar. Temos tamb\u00e9m a jornada do colonialismo e de escravizar pessoas. Ent\u00e3o, n\u00f3s aqui estamos refletindo sobre que outros caminhos podemos seguir\u201d, acrescentou.<\/p>\n<\/blockquote>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-right\">\n<h6 class=\"meta\"><!--copyright=435927-->36\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo, no Ibirapuera \u2013 Foto:\u00a0<strong>Paulo Pinto\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=435927--><\/h6>\n<\/div>\n<p>Apesar desse avan\u00e7o do projeto de desumaniza\u00e7\u00e3o e de outras emerg\u00eancias no mundo atual, tal como as guerras, Ndikung se diz um otimista e aponta a arte como uma maneira poss\u00edvel para se enfrentar essas viol\u00eancias e resistir \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p><strong>\u201cA arte nos d\u00e1 a possibilidade, a sensibilidade e as ferramentas para reconsiderarmos o mundo no qual vivemos\u201d, avalia.<\/strong><\/p>\n<p>Em entrevista coletiva \u00e0 imprensa, Ndkung ressaltou que uma das caracter\u00edsticas de ser humano \u00e9 ter empatia, destacando que esse \u00e9 um dos temas presentes na Bienal deste ano. <strong>Para ele, \u00e9 preciso n\u00e3o s\u00f3 sentir a dor do outro, mas tamb\u00e9m poder compartilhar de suas alegrias e celebra\u00e7\u00f5es.<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cSer humano \u00e9 superar a indiferen\u00e7a da dor dos outros e entender quais s\u00e3o as causas dela. Ser humano \u00e9 ter considera\u00e7\u00e3o, ter compaix\u00e3o, \u00e9 abra\u00e7ar as multiplicidades internas. \u00c9 reconhecer que nas ru\u00ednas e nos escombros da nossa destrui\u00e7\u00e3o, h\u00e1 abund\u00e2ncia. \u00c9 a gente pensar na riqueza que vai al\u00e9m do termo capitalista. Ser humano n\u00e3o \u00e9 ser passivo. \u00c9 uma pr\u00e1tica ativa\u201d, destaca.<\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"9\">\n<p>\u201cNosso desejo principal \u00e9 pensar como a arte contempor\u00e2nea pode nos orientar na constru\u00e7\u00e3o de outros imagin\u00e1rios pol\u00edticos e exercer a nossa pr\u00f3pria humanidade\u201d, lembra o cocurador Thiago de Paula Souza, em entrevista \u00e0 <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>.\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>\u201cEu acho que \u00e9 por isso que a gente chamou tantos artistas para tentarmos responder a isso. Temos artistas do Jap\u00e3o, do Marrocos, do Brasil. Cada um desses contextos prop\u00f5em novas reflex\u00f5es\u201d, explica.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-right\">\n<h6 class=\"meta\"><!--copyright=435925-->36\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo, no Ibirapuera \u2013 Foto: <strong>Paulo Pinto\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=435925--><\/h6>\n<\/div>\n<h2>Deslocamentos e fluxos migrat\u00f3rios<\/h2>\n<p>Uma das grandes discuss\u00f5es presentes nesta edi\u00e7\u00e3o da Bienal \u00e9 a reflex\u00e3o sobre os deslocamentos e fluxos migrat\u00f3rios. Inclusive, a equipe conceitual inspirou-se nos fluxos migrat\u00f3rios das aves como guia para a sele\u00e7\u00e3o dos artistas participantes.\u00a0<\/p>\n<p><strong>\u201cAssim como as aves, tamb\u00e9m carregamos mem\u00f3rias, experi\u00eancias e linguagens ao cruzar fronteiras. Migramos n\u00e3o apenas por necessidade, mas como forma de transforma\u00e7\u00e3o cont\u00ednua\u201d, diz o texto de apresenta\u00e7\u00e3o da Bienal.<\/strong><\/p>\n<p>Ainda segundo os organizadores da mostra, os participantes da Bienal v\u00eam de regi\u00f5es perpassadas por rios, mares, desertos e montanhas, cujas \u00e1guas e margens acompanham hist\u00f3rias de migra\u00e7\u00e3o, resist\u00eancia e conviv\u00eancia. E \u00e9 essa for\u00e7a transformadora dos rios e da natureza que vai permear toda a expografia do evento, projeto assinado por Gisele de Paula e Tiago Guimar\u00e3es.<\/p>\n<p>Por isso, toda a concep\u00e7\u00e3o da Bienal foi pensada sob a met\u00e1fora de um estu\u00e1rio.\u00a0<\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"13\">\n<p>\u201cO estu\u00e1rio \u00e9 esse encontro de \u00e1guas, por exemplo, de \u00e1gua doce com a \u00e1gua salgada. Costumam ser lugares muito f\u00e9rteis, onde a vida \u00e9 abundante. Ent\u00e3o, acho que essa \u00e9 uma boa met\u00e1fora para a gente pensar como imaginamos o espa\u00e7o da Bienal. Queremos que ele seja um espa\u00e7o muito abundante de vida\u201d, ressalta Thiago de Paula Souza.<\/p>\n<\/blockquote>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-right\">\n<h6 class=\"meta\"><!--copyright=435920-->36\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo, no Ibirapuera \u2013 Foto:\u00a0<strong>Paulo Pinto\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=435920--><\/h6>\n<\/div>\n<p>Esse estu\u00e1rio foi dividido pelos curadores em seis cap\u00edtulos. Chamado de <em>Frequ\u00eancias de chegadas e pertencimentos<\/em>, o primeiro deles se inicia com um imenso jardim, concebido no andar t\u00e9rreo, com uma obra de Precious Okoyomon. A instala\u00e7\u00e3o apresenta uma topografia irregular, fazendo o visitante passar por entre pequenas quedas d\u2019\u00e1gua, lagos e \u00e1reas acidentadas. Entre as plantas presentes, h\u00e1 esp\u00e9cies medicinais, comest\u00edveis e invasoras que v\u00eam das Am\u00e9ricas, do Caribe e, sobretudo, do Cerrado brasileiro.\u00a0<\/p>\n<p>Nesse jardim vivo, onde pedras, \u00e1gua, plantas e luz se entrela\u00e7am, Precious prop\u00f5e que essa experi\u00eancia seja um convite ao descanso e \u00e0 escuta, mas tamb\u00e9m \u00e0 consci\u00eancia de que o mundo natural opera em ritmos mais amplos do que o humano.<\/p>\n<p><strong>A proposta desse primeiro eixo \u00e9 fazer com que o p\u00fablico desacelere e se reconecte com a natureza.<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cNo andar t\u00e9rreo, a gente tem muitos trabalhos que s\u00e3o mais uma esp\u00e9cie de continua\u00e7\u00e3o ao di\u00e1logo com o parque. Ent\u00e3o, muitos artistas ali trabalham com mat\u00e9ria org\u00e2nica ou t\u00eam um interesse por florescer ou jardinagem. \u00c9 como se o p\u00fablico ainda estivesse meio que inserido no parque\u201d, explica Thiago de Paula Souza.<\/p>\n<p><strong>O cap\u00edtulo seguinte foi chamado de <em>Gram\u00e1ticas de insurg\u00eancias<\/em>, e concentra trabalhos que abordam diferentes formas de resist\u00eancia \u00e0 desumaniza\u00e7\u00e3o. A ideia \u00e9 convidar o p\u00fablico a se ver no reflexo do outro, confrontando as barreiras e fronteiras sociais.<\/strong><\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left\">\n<h6 class=\"meta\"><!--copyright=435917-->\u00a036\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo, no Ibirapuera \u2013 Foto:\u00a0<strong>Paulo Pinto\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=435917--><\/h6>\n<\/div>\n<p>J\u00e1 o cap\u00edtulo 3, <em>Sobre ritmos espaciais e narra\u00e7\u00f5es<\/em>, aborda as marcas que foram deixadas pelas migra\u00e7\u00f5es e transforma\u00e7\u00f5es humanas, entre elas, a escraviza\u00e7\u00e3o de negros. Entre as obras presentes, est\u00e1 uma proposta de uma nova Arca de No\u00e9, criada pelo artista Moffat Takadiwa especialmente para a Bienal.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Revestida de res\u00edduos pl\u00e1sticos e met\u00e1licos, a arca se transformou em uma nave ou um portal. A proposta \u00e9 refletir sobre o capitalismo, racismo e o colapso ambiental.<\/strong><\/p>\n<p>A proposta desse terceiro eixo, destacam os curadores, \u00e9 refletir sobre a colonialidade e estruturas de poder. Para isso, ele \u00e9 todo baseado no movimento manguebit, que surgiu no Recife e que teve como seu principal expoente Chico Science (1966-1997).\u00a0<\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"15\">\n<p>\u201cO manguebit \u00e9 uma refer\u00eancia de pensamento. Recife tamb\u00e9m tem um grande estu\u00e1rio, o Rio Capibaribe. Ent\u00e3o, a figura do estu\u00e1rio volta aqui de novo. Neste espa\u00e7o queremos pensar sobre o que aconteceu em Recife nos anos 90, regi\u00e3o que estava envolvida com tanta desigualdade social. Ainda assim as pessoas, artistas e m\u00fasicos de l\u00e1 conseguiram encontrar uma maneira de criar. Acho que pensar sobre a humanidade \u00e9 tamb\u00e9m pensar que, mesmo em condi\u00e7\u00f5es adversas, possibilidades criativas podem emergir\u201d, disse Thiago de Souza Paula.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>O cap\u00edtulo 4, <em>Fluxos de cuidado e cosmologias plurais<\/em>, apresenta obras que rompem com os modelos coloniais e patriarcais. No cap\u00edtulo 5, que recebeu o nome de <em>Cad\u00eancias de transforma\u00e7\u00e3o<\/em>, a ideia \u00e9 que a mudan\u00e7a \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o permanente, apresentando obras que v\u00e3o mudando de forma durante o per\u00edodo dexpositivo. O \u00faltimo cap\u00edtulo, <em>A intrat\u00e1vel beleza do mundo<\/em>, por sua vez, celebra a beleza como um ato de resist\u00eancia.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left\">\n<h6 class=\"meta\"><!--copyright=435910-->36\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo, no Ibirapuera \u2013 Foto:\u00a0<strong>Paulo Pinto\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=435910--><\/h6>\n<\/div>\n<h2>Os artistas<\/h2>\n<p><strong>A lista de artistas inclui participantes que exploram linguagens como performance, v\u00eddeo, pintura, som, instala\u00e7\u00e3o, escultura, escrita e experimenta\u00e7\u00f5es coletivas e musicais, entre outras.<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Muitos participantes tamb\u00e9m prop\u00f5em investiga\u00e7\u00f5es baseadas em pr\u00e1ticas comunit\u00e1rias, ecologias, oralidades e cosmologias n\u00e3o ocidentais.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Ao todo, obras de 120 artistas ser\u00e3o apresentadas no Pavilh\u00e3o Ciccillo Matarazzo, no Ibirapuera, enquanto outros cinco artistas v\u00e3o expor suas obras na Casa do Povo, na regi\u00e3o da Luz.<\/strong><\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<h6 class=\"meta\"><!--copyright=435909-->36\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo, no Ibirapuera \u2013 Foto:\u00a0<strong>Paulo Pinto\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=435909--><\/h6>\n<\/div>\n<p>Al\u00e9m das exposi\u00e7\u00f5es, a Bienal tamb\u00e9m prop\u00f5e debates, performances e um projeto chamado de Apari\u00e7\u00f5es, em que os participantes v\u00e3o poder baixar um aplicativo para utilizar recursos de realidade aumentada em diversos locais do mundo, como o Parque Ibirapuera, a fronteira entre M\u00e9xico e Estados Unidos e \u00e0s margens do Rio Congo.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es sobre o evento est\u00e3o no site da Bienal.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inspirada no poema Da Calma e do Sil\u00eancio, da poeta afro-brasileira Concei\u00e7\u00e3o Evaristo, a 36\u00aa&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-29280","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jogos-ao-vivo"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29280","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29280"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29280\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29280"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29280"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29280"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}