{"id":43741,"date":"2026-05-22T09:34:38","date_gmt":"2026-05-22T12:34:38","guid":{"rendered":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/2026\/05\/22\/exposicao-conta-a-historia-da-camisa-canarinho\/"},"modified":"2026-05-22T09:34:38","modified_gmt":"2026-05-22T12:34:38","slug":"exposicao-conta-a-historia-da-camisa-canarinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/2026\/05\/22\/exposicao-conta-a-historia-da-camisa-canarinho\/","title":{"rendered":"exposi\u00e7\u00e3o conta a hist\u00f3ria da camisa canarinho"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"117.65753734722\">\n<p><strong>Naquele 16 de julho de 1950, no Maracan\u00e3, a torcida brasileira se calou, incr\u00e9dula. A sele\u00e7\u00e3o do Uruguai venceu o jogo por 2 a 1 e foi campe\u00e3 da Copa do Mundo, sobre o Brasil. Aquela partida ficou conhecida como Maracanazo\u00a0e foi tamb\u00e9m a \u00faltima vez que a sele\u00e7\u00e3o brasileira usou o branco como camisa principal em uma Copa do Mundo.<\/strong><\/p>\n<p>A partir da\u00ed, entrou em cena a Amarelinha, a ic\u00f4nica \u201ccamisa canarinho\u201d, de cor amarela. Ela surgiu ap\u00f3s um concurso nacional criado pela Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Desportos (CBD) e pelo jornal <em>Correio da Manh\u00e3<\/em> para substituir o uniforme da Sele\u00e7\u00e3o Brasileira, que at\u00e9 ent\u00e3o era branco.<\/p>\n<p>Um dos requisitos do concurso era que o uniforme tivesse as quatro cores da bandeira nacional.<strong> A proposta vencedora foi a de Aldyr Schlee, que sugeriu o uso do amarelo ouro na camisa, com gola e punhos em verde, e o cal\u00e7\u00e3o azul cobalto. O branco ficou s\u00f3 nos mei\u00f5es.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Receita libera consulta ao maior lote de restitui\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>Caixa paga Bolsa Fam\u00edlia a benefici\u00e1rios com NIS de final 5<\/strong><\/p>\n<p>\u201cO Aldyr Schlee, ent\u00e3o com 19 anos, um ga\u00facho desenhista que estudava direito, fez 100 esbo\u00e7os diferentes at\u00e9 chegar \u00e0 ideia final\u201d, explicou Marcelo Duarte, curador da mostra.<\/p>\n<p>A estreia da Amarelinha se deu no dia 28 de fevereiro de 1954, na vit\u00f3ria de 2 a 0 sobre o Chile, em partida pelas eliminat\u00f3rias da Copa da Su\u00ed\u00e7a. A estreia em Copa ocorreu em 16 de junho de 1954. E, desde ent\u00e3o, esse modelo jamais deixou de ser a camisa n\u00famero 1 da sele\u00e7\u00e3o brasileira.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cE a\u00ed a gente come\u00e7ou a perceber que a camisa amarela estava dando sorte. Em 1962, fomos campe\u00f5es de novo [usando a Amarelinha], explica Duarte.<\/p>\n<p>Ele acrescenta\u00a0que, com o tempo, essa camisa come\u00e7ou a extrapolar os limites do campo.<\/p>\n<p><strong>Esposa de Claudia Rodrigues revela momentos dram\u00e1ticos e diz que cora\u00e7\u00e3o da atriz parou tr\u00eas vezes<\/strong><\/p>\n<p><strong>Novo Desenrola renegocia quase R$ 12 bilh\u00f5es em d\u00edvidas<\/strong><\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"7\">\n<p>\u201cAs pessoas passaram a associar aquela alegria do futebol com a coisa da brasilidade ou a algo alegre e festivo. Ent\u00e3o, essa camisa virou refer\u00eancia de moda.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Exposi\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p><strong>Todos os detalhes da hist\u00f3ria da camisa canarinho podem ser acompanhados no Museu do Futebol, na capital paulista. Em cartaz a partir desta sexta-feira (22), a mostra Amarelinha apresenta 18 camisas de lend\u00e1rios jogadores brasileiros como S\u00f3crates, Rivellino, Ronaldo e Vini Jr.<\/strong><\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o\u00a0recebeu pe\u00e7as emprestadas de cinco colecionadores e est\u00e1 dividida em tr\u00eas eixos: Antes da Amarelinha; Camisa: vestimenta, express\u00e3o, documento; e Sele\u00e7\u00f5es e Copas. S\u00e3o 18 camisas originais de Copas do Mundo de 1958 a 2022, inclusive a lend\u00e1ria usada pelo Rei Pel\u00e9 na final da Copa de 1970, contra a It\u00e1lia, quando o Brasil conquistou o tricampeonato.<\/p>\n<p><strong>A Amarelinha fica em cartaz at\u00e9 6 de setembro. O ingresso custa R$ 24, mas \u00e9 gratuito \u00e0s ter\u00e7as-feiras. Mais informa\u00e7\u00f5es est\u00e3o dispon\u00edveis no site https:\/\/museudofutebol.org.br\/.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA gente sabe que o torcedor ama camisas, adora ver as camisas, ainda mais em uma \u00e9poca de Copa do Mundo. E apesar da politiza\u00e7\u00e3o que tomou conta da camisa amarela durante um tempo, ela \u00e9 um s\u00edmbolo do pa\u00eds no mundo inteiro\u201d, frisou Duarte.\u00a0<\/p>\n<h2>Evolu\u00e7\u00e3o no tecido<\/h2>\n<p><strong>Uma das hist\u00f3rias sobre essa camisa, e que agora \u00e9 contada pelo museu, trata da evolu\u00e7\u00e3o do tecido, de acordo com a diretora t\u00e9cnica do Museu do Futebol, Mar\u00edlia Bonas.<\/strong><\/p>\n<p>Ela explica que a camisa foi evoluindo em termos de design, bordado, tecnologia t\u00eaxtil. \u201c[H\u00e1 uma evolu\u00e7\u00e3o] da camisa de algod\u00e3o, que ficava muito pesada quando chovia, para as mais recentes que, muitas vezes, s\u00e3o feitas para se usar apenas uma vez\u201d, acrescentou a diretora.<\/p>\n<h2>Identidade<\/h2>\n<p>Quem j\u00e1 a vestiu a camisa canarinho em campo sabe bem o que ela representa. Ainda mais depois de ter sido campe\u00e3o.\u00a0<strong>Para o ex-jogador Mauro Silva, que representou o Brasil na Copa de 1994, a camisa amarela extrapola as fronteiras brasileiras.\u00a0<\/strong><\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"7\">\n<p>\u201cEssa camisa \u00e9 um patrim\u00f4nio n\u00e3o s\u00f3 do futebol brasileiro, mas do mundo porque a admira\u00e7\u00e3o por essa camisa transcende o povo brasileiro. Ela virou identifica\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>\u00c0s v\u00e9speras de mais uma Copa do Mundo, o ex-volante Mauro Silva diz esperar que a atual sele\u00e7\u00e3o brasileira continue preservando esse legado. \u201cMinha expectativa \u00e9 que a sele\u00e7\u00e3o honre essa camisa e que essa camisa depois venha aqui para a exposi\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Naquele 16 de julho de 1950, no Maracan\u00e3, a torcida brasileira se calou, incr\u00e9dula. 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