{"id":8717,"date":"2024-05-08T23:13:54","date_gmt":"2024-05-09T02:13:54","guid":{"rendered":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/2024\/05\/08\/exposicao-de-daiara-tukano-no-mar-destaca-a-cultura-e-a-luta-dos-povos-indigenas-prefeitura-da-cidade-do-rio-de-janeiro\/"},"modified":"2024-05-08T23:13:54","modified_gmt":"2024-05-09T02:13:54","slug":"exposicao-de-daiara-tukano-no-mar-destaca-a-cultura-e-a-luta-dos-povos-indigenas-prefeitura-da-cidade-do-rio-de-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/2024\/05\/08\/exposicao-de-daiara-tukano-no-mar-destaca-a-cultura-e-a-luta-dos-povos-indigenas-prefeitura-da-cidade-do-rio-de-janeiro\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00e3o de Daiara Tukano no MAR destaca a cultura e a luta dos povos ind\u00edgenas &#8211; Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"192.14279745116\">\n<p>A beleza e a for\u00e7a do feminino ancestral causam impacto aos olhos de quem observa as pinturas que chegaram ao Museu de Arte do Rio. A primeira exposi\u00e7\u00e3o individual da artista ind\u00edgena Daiara Tukano, na cidade do Rio de Janeiro, ser\u00e1\u00a0inaugurada no MAR, a partir deste s\u00e1bado (11\/5). A mostra \u201cPamuri Pati \u2013 Mundo de transforma\u00e7\u00e3o\u201d\u00a0\u00e9 realizada em parceria com a galeria Millan, de S\u00e3o Paulo, que representa a artista, e ficar\u00e1 em cartaz at\u00e9 o dia 25 de agosto.<\/p>\n<p>Por meio da mostra, Daiara Tukano fala sobre as transforma\u00e7\u00f5es sociais que podem ser observadas pelas \u00f3ticas do feminino e do pr\u00f3prio povo ind\u00edgena. Para ela, isso se d\u00e1 por uma retomada da \u201cmem\u00f3ria ancestral\u201d com a qual a sociedade se reconecta.<\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"7\">\n<p>\u2013 Quero compartilhar um pouco da cultura do meu povo, mas tamb\u00e9m dessa viv\u00eancia de luta \u2013 afirma a artista.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>O Museu de Arte do Rio \u00e9 um equipamento da Prefeitura do Rio, de responsabilidade da Secretaria Municipal de Cultura, gerido pela Organiza\u00e7\u00e3o de Estados Ibero-Americanos (OEI). A mostra faz uma retrospectiva da carreira da artista, reunindo mais de 70 obras, entre elas pinturas, esculturas e instala\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A express\u00e3o \u201cPamuri Pati\u201d significa \u201cmundo de transforma\u00e7\u00e3o\u201d, conceito arraigado na cultura ind\u00edgena:<\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"9\">\n<p>\u2013 Para n\u00f3s, os seres do mundo s\u00e3o seres em transforma\u00e7\u00e3o. O mundo em transforma\u00e7\u00e3o traz todas essas narrativas desde os petr\u00f3glifos (representa\u00e7\u00f5es gravadas pelo homem em pedra ou em rochas), que s\u00e3o as pinturas mais antigas em pedras e cachoeiras \u2013 destaca Daiara.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Receber a exposi\u00e7\u00e3o\u00a0\u201c<em>Pamuri Pati \u2013 Mundo de transforma\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>\u00a0\u00e9 cumprir a miss\u00e3o do MAR de trazer a linguagem e as percep\u00e7\u00f5es dos artistas contempor\u00e2neos brasileiros. \u201cViabilizar o acesso \u00e0 express\u00e3o de tanta for\u00e7a e diversidade dos povos ind\u00edgenas, valorizando a l\u00edngua, que est\u00e1 na base da conex\u00e3o social de todos os povos, fortalece o MAR como um espa\u00e7o aberto e plural, que promove a arte e a cultura\u201d, afirma Leonardo Barchini, diretor da OEI no Brasil.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>As obras<\/strong><\/p>\n<p>Daiara avalia que estamos vivendo um bom momento na arte ind\u00edgena.<\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"6\">\n<p>\u2013 Em fun\u00e7\u00e3o das fortes mudan\u00e7as clim\u00e1ticas \u00e9 importante ouvir os povos que sabem se comunicar com a natureza. E a arte ind\u00edgena cumpre esse papel \u2013 enfatiza.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Entre as obras vistas em \u201c<em>Pamuri Pati \u2013 Mundo de transforma\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>\u00a0est\u00e3o algumas que fizeram hist\u00f3ria ao compor\u00a0<em>V\u00e9xoa: N\u00f3s sabemos<\/em>, a primeira exposi\u00e7\u00e3o com tem\u00e1tica ind\u00edgena contempor\u00e2nea na Pinacoteca do Estado de S\u00e3o Paulo, em 2020.\u00a0<em>Espelho da Vida,\u00a0<\/em>que esteve em\u00a0<em>V\u00e9xoa<\/em>, foi exibida na 34\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo, em 2021. A obra, inspirada no manto Tupinamb\u00e1, que a artista viu por acaso em uma visita a um Museu de Bruxelas, foi costurada por Daiara com plumas artificiais tingidas. Ela acrescentou, ainda, um espelho convexo, em que a imagem refletida nos reflete bem menores do que somos.<\/p>\n<p>A mostra\u00a0<em>Am\u00f5 Numi\u00e3<\/em>, a primeira exposi\u00e7\u00e3o individual de Daiara Tukano, na galeria Millan (SP), tamb\u00e9m est\u00e1 contemplada no conjunto de\u00a0<em>Pamuri Pati \u2013 Mundo de transforma\u00e7\u00e3o<\/em>. Dali, ela traz as figuras femininas das grandes mulheres que marcam o trabalho dela. S\u00e3o telas que retratam a feminilidade e a for\u00e7a das mulheres, em que a artista lan\u00e7a m\u00e3o com frequ\u00eancia das formas geom\u00e9tricas e das cores.<\/p>\n<p>Outro destaque da mostra \u00e9 a obra\u00a0<em>Festa no C\u00e9u<\/em>, composta por quatro pinturas suspensas que representam os p\u00e1ssaros sagrados gavi\u00e3o-real, urubu-rei, gar\u00e7a-real e arara-vermelha. Para os Tukano, as aves, chamadas de\u00a0<em>miri\u00e2 por\u00e2 mahs\u00e2<\/em>, fazem cerim\u00f4nia para segurar o c\u00e9u e impedir que o sol queime a terra f\u00e9rtil. No verso de cada pintura, um manto feito de penas entrela\u00e7adas que remete \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o dos grandes mantos plum\u00e1rios. A s\u00e9rie\u00a0<em>Kahpi Hori<\/em>\u00a0leva ao MAR pinturas acr\u00edlicas sobre telas com desenhos em alus\u00e3o aos tra\u00e7os ind\u00edgenas e padr\u00f5es geom\u00e9tricos com cores vibrantes e feixes de luz que d\u00e3o uma sensa\u00e7\u00e3o de efeitos 3D. O significado de \u201cHori\u201d s\u00e3o miragens que se enxergam a partir do Kahpi (nome dado pelos Yep\u00e1 Mahs\u00e2 ao cip\u00f3 da ayahuasca).<\/p>\n<p>A instala\u00e7\u00e3o\u00a0<em>Maloca<\/em>, uma grande lona pl\u00e1stica pintada com petroglifos e erguida sobre estrutura de bambu, ocupar\u00e1 a \u00e1rea central da sala expositiva no primeiro andar do pavilh\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es do MAR. A pe\u00e7a simboliza os acampamentos ind\u00edgenas no Rio Negro que nasceram junto com as cidades. A instala\u00e7\u00e3o ser\u00e1 uma casa, onde as pessoas v\u00e3o poder entrar e ouvir hist\u00f3rias\u201d, adianta Daiara, que gravar\u00e1 esses relatos e deixar\u00e1 tocando dentro da estrutura de\u00a0<em>Maloca<\/em>.<\/p>\n<p><strong>A artista<\/strong><\/p>\n<p>Daiara Hori Figueroa Sampaio nasceu em 1982, na cidade de S\u00e3o Paulo. Com nome tradicional Duhig\u00f4, ela pertence ao cl\u00e3 Er\u00ebmiri H\u00e3usiro Parameri do povo Yep\u00e1 Mahs\u00e3, mais conhecido como Tukano. O trabalho dessa artista, comunicadora, ativista dos direitos ind\u00edgenas e pesquisadora em direitos humanos pesquisa as tradi\u00e7\u00f5es e a espiritualidade dos Yep\u00e1 Mahs\u00e3. Ela foi coordenadora da R\u00e1dio Yand\u00ea, primeira web-r\u00e1dio ind\u00edgena do Brasil, de 2015 a 2021. Ganhadora do Pr\u00eamio PIPA Online 2021 e do Pr\u00eamio Prince Claus, da organiza\u00e7\u00e3o holandesa Prince Claus Fund, em 2022, Daiara Tukano foi a artista convidada no 30\u00ba Programa de Exposi\u00e7\u00f5es do Centro Cultural S\u00e3o Paulo, SP, em 2020.<\/p>\n<p>Entre as exposi\u00e7\u00f5es que Daiara participou est\u00e3o\u00a0<em>Dear Earth<\/em>\u00a0(2023), na Hayward Gallery, em Londres (Inglaterra);\u00a0<em>Brasil Futuro: as formas da democracia<\/em>\u00a0(2023), no Museu Nacional da Rep\u00fablica;\u00a0<em>Hist\u00f3rias Brasileiras<\/em>\u00a0(2022), no Masp (SP);\u00a0<em>Kaa Body \u2013 Cosmovision of the rainforest<\/em>\u00a0(2021), na galeria Paradise Row, em Londres (Inglaterra);\u00a0<em>34\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo \u2013 Faz escuro mas eu canto<\/em>\u00a0(2021);\u00a0<em>V\u00e9xoa: N\u00f3s Sabemos<\/em>\u00a0(2020), na Pinacoteca do Estado de S\u00e3o Paulo;\u00a0<em>Lettre au Vieux Monde<\/em>\u00a0(2020), na Galeria Mottattom, em Genebra (Su\u00ed\u00e7a). Em 2022, atuou como curadora da exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria\u00a0<em>Nhe\u2019\u00e9 Por\u00e3<\/em>, no Museu da L\u00edngua Portuguesa, em S\u00e3o Paulo, e que em 2024 chegou ao Museu de Arte do Rio, sobre as l\u00ednguas ind\u00edgenas no Brasil. Al\u00e9m disso, a artista tem obras em\u00a0<em>V\u00e9xoa: N\u00f3s sabemos<\/em>, atualmente em cartaz na Galeria de Arte da Universidade Tufts (TUAG), em Massachussets (EUA).<\/p>\n<p><strong>Museu de Arte do Rio<\/strong><\/p>\n<p>O MAR \u00e9 um museu da Secretaria Municipal de Cultura do Rio e a sua concep\u00e7\u00e3o \u00e9 fruto de uma parceria entre a Prefeitura e a Funda\u00e7\u00e3o Roberto Marinho.<\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"10\">\n<p>\u2013 Nosso papel enquanto museu \u00e9 incomodar. Gerar experi\u00eancias que nos tirem do lugar de conforto. Um museu como o MAR \u00e9 parte do compromisso de nossa gest\u00e3o com a cultura. Mais do que isso, com a cultura como vetor de inclus\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o. Exposi\u00e7\u00f5es fazem com que as pessoas se vejam refletidas em suas trajet\u00f3rias e s\u00e3o um convite para que estes espa\u00e7os sejam tamb\u00e9m lugar de afeto \u2013 ressalta o secret\u00e1rio municipal de Cultura, Marcelo Calero.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Em janeiro de 2021, o Museu de Arte do Rio passou a ser gerido pela Organiza\u00e7\u00e3o de Estados Ibero-Americanos (OEI) que, em coopera\u00e7\u00e3o com a Secretaria Municipal de Cultura, tem apoiado as programa\u00e7\u00f5es expositivas e educativas do MAR por meio da realiza\u00e7\u00e3o de um conjunto amplo de atividades. A OEI \u00e9 um organismo internacional de coopera\u00e7\u00e3o que tem na cultura, na educa\u00e7\u00e3o e na ci\u00eancia os seus mandatos institucionais.<\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"15\">\n<p>\u2013 O Museu de Arte do Rio, para a OEI, representa um espa\u00e7o de fortalecimento do acesso \u00e0 cultura, ao ensino e \u00e0 pluralidade intimamente relacionado com o territ\u00f3rio ao qual est\u00e1 inserido. Al\u00e9m de contribuir para a forma\u00e7\u00e3o nas artes e na educa\u00e7\u00e3o, tendo no Rio de Janeiro, com sua hist\u00f3ria e suas express\u00f5es, a mat\u00e9ria-prima para o nosso trabalho \u2013 comenta Leonardo Barchini, Diretor da OEI no Brasil.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Em 2024, a OEI e o Instituto Arte Cidadania (IAC) celebraram a parceria com o intuito de fortalecer as a\u00e7\u00f5es desenvolvidas no museu, conjugando esfor\u00e7os e revigorando o impacto cultural e educativo do MAR, a partir de quando o IAC passa a auxiliar na correaliza\u00e7\u00e3o da programa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O MAR \u00e9 mantido com recursos pr\u00f3prios da Prefeitura do Rio, tendo, igualmente, o Instituto Cultural Vale como mantenedor, a Equinor e a Globo como patrocinadores master e o Ita\u00fa Unibanco como patrocinador. S\u00e3o os parceiros de m\u00eddia do MAR: a Globo e o Canal Curta. A Machado Meyer Advogados e a Wilson Sons tamb\u00e9m apoiam o MAR.<\/p>\n<p>O MAR conta ainda com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, do Minist\u00e9rio da Cultura e do Governo Federal do Brasil, tamb\u00e9m via Lei Federal de Incentivo \u00e0 Cultura.<\/p>\n<p>Outras informa\u00e7\u00f5es no <strong>site do Museu de Arte do Rio<\/strong><em>.<\/em><\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pamuri Pati \u2013 Mundo de transforma\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Museu de Arte do Rio \/ MAR<\/p>\n<p>Pra\u00e7a Mau\u00e1, 5 \u2013 RJ<\/p>\n<p>Abertura: 11 de maio, \u00e0s 11h<\/p>\n<p>Visita\u00e7\u00e3o: de 11 de maio a 25 de agosto<\/p>\n<p>Funcionamento: de ter\u00e7a a domingo,\u00a0das 11h \u00e0s 18h (\u00faltima entrada \u00e0s 17h)<\/p>\n<p>R$ 20 (inteira); R$ 10 (meia) \u2013 \u00e0s ter\u00e7as-feiras com entrada gratuita<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o indicativa livre<\/p>\n<p>             <!-- Compartilhe ---><\/p>\n<p>\t\t\t <!-- TAGS --><\/p>\n<section class=\"category-tags\">\n<div class=\"marcacao-category\">\n<article class=\"category-post\">\n<p>Categoria: <\/p>\n<\/article>\n<li>8 de maio de 2024<\/li><\/div>\n<article class=\"tags\">\n\t\t\t\t\tMarca\u00e7\u00f5es: Cultura Daiara Tukano Exposi\u00e7\u00e3o MAR povo ind\u00edgena<br \/><\/article>\n<\/section>\n<p>            <!-- Mais Not&iacute;cias --><\/p>\n<p>\t\t<!-- Conte&uacute;do SIDEBAR --><\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A beleza e a for\u00e7a do feminino ancestral causam impacto aos olhos de quem observa&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-8717","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8717","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8717"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8717\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8717"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8717"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ipatingafc.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8717"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}