A Prefeitura do Rio intensificou a campanha para cadastrar interessados em apoiar o Serviço de Família Acolhedora. A iniciativa, em articulação com o Poder Judiciário, responsável por determinar a medida judicial protetiva do acolhimento, busca aumentar a oferta de lares provisórios a crianças e adolescentes vítimas de violação de direitos (violência, abuso ou negligência) e que foram afastados de suas famílias de origem, por decisão da Justiça.
A inscrição é fácil. A família candidata se cadastra no site da Secretaria Municipal de Assistência Social, no link https://linktr.ee/FACOrj. Há opção de inscrição presencial em uma das Coordenadorias de Assistência Social (CAS) da cidade.
Podem participar casais, solteiros e outros perfis familiares. É preciso ser aprovado na avaliação psicossocial e atender aos critérios de morar no município e ter de 21 a 68 anos, com disponibilidade de tempo e afeto. O Município dá bolsa-auxílio mensal de R$ 1.400 por acolhido. O valor muda para R$ 2.030 se ele for pessoa com deficiência ou necessidades específicas.
O acolhimento familiar é temporário, até que haja adoção por outra família, retorno ao lar de origem ou transição para a vida adulta. No Rio, 19% das crianças e dos adolescentes acolhidos estão em famílias acolhedoras. A campanha quer atrair mais moradores da cidade dispostos a dar um lar a esses jovens.
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